“5 anos da Primeira Revolta da Catraca – Construindo a Memória da Resistência”

Do dia 26 de junho ao dia 3 de julho acontecerá no SEEB ( Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região Rua Visconde de Ouro Preto, 308 – Florianópolis – SC) :

5 anos da Primeira Revolta da Catraca – Construindo a Memória da Resistência em Florianópolis.

Veja a programação completa: revoltadacatraca.wordpress.com

O evento surge com a idéia de comemorarmos o aniversário de um dos maiores acontecimentos políticos de Santa Catarina. E além de lembrar e festejar a Revolta da Catraca nos convida para refletir e agir no presente. Afinal essa luta continua e vivemos um novo momento importante e definidor das políticas para o transporte coletivo e os rumos da cidade.

Começamos 2009 novamente enfrentando mais um aumento da tarifa, e corre na câmara dos vereadores um projeto de licitação que também altera

o regime de concessões do transporte público escrito por uma prefeitura que não tem demonstrado competência alguma para resolver os problemas do trânsito caótico da capital. Esse projeto tramita sem que qualquer tipo de debate tenha sido lançado a população que pena em desconfortáveis terminais, ônibus lotados e caros, refém de horários escassos.

O Movimento Passe Livre (MPL) embora tenha origens um pouco anteriores às revoltas de 2004 e 2005 (como na Revolta do Buzu em Salvador em 2003e Campanha pelo Passe Livre estudantil em Florianópolis) é no Fórum Mundial Social de 2005, quando ainda respirávamos os ares da primeira revolta que nasce o MPL, que desde então tem se espalhado pelo Brasil afora.

Você já conhece o MPL? Aproveitamos esta semana cheia de palestras, vídeos, fotos e encontros para convidá-l@s a virem nos conhecer mais de perto, para conversar sobre nossa história, nossa luta, nossas projetos e propostas e quem sabe você vem lutar com a gente…

(clique na figura abaixo para melhor visualização).






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4 comentários em ““5 anos da Primeira Revolta da Catraca – Construindo a Memória da Resistência”

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  1. o que adianta comemorar os 5 anos da primeira revolta se no exato momento está acontecendo uma greve onde 200 mil habitantes estão sem ônibus e ameaçados com um novo aumento das tarifas?onde está o movimento, que há 5 anos fez o que fez?

  2. Anônimo,o movimento passe livre, que foi um dos participantes das manifetsações de 2004 e 2005 continua fazendo reunião e atividades, na medida da força das poucas pesosas que militam nele. Se queres construir resistência aos aumentos de tarifa, aconselho se engajar desde sempre no movimento passe livre ou em qualquer organização que faça militância durante o ano inteiro sobre o transporte coletivo.Afinal, o que que adianta ficar na internet e só se preocupar com a questão do transporte quando as tarifas são aumentadas?Leo

  3. O que tem pra comemorar??Amanhã a passagem vai pra R$2,85 e o movimento ainda não conseguiu nada! essa é a verdade. A única vitória foi em conseguir manter uma esperança na população de que esse movimento ressucite.Não há motivo em ficar criando uma memória e todo esse blá, blá, blá, e maquiando as falhas para causar uma boa impressão! que isso!!??Se o movimento causou algum impacto nesse período da história de Florianópolis, o futuro tratará de recompensar os orgulhosos.É preciso mostrar que ainda existe uma organização e ir às ruas JÁ!!

  4. Caro Luã Olsen, Obrigado pela contribuição. Discordo, no entanto, que a "única vitória foi em conseguir manter uma esperança na população de que esse movimento ressucite (sic)". A grande votória das revoltas foi incluir a população na pauta do transporte de Florianópolis. Infelizmente, ou felizmente para alguns, as revoltas foram momentos singulares, excepcionais, que fazem parte da História da nossa cidade. E a disputa da memória é uma tarefa política para ajudar a construir a História das resistências populares do nosso país. Ainda bem que conhecemos Zumbi dos Palmares e a luta dos quilombolas, a revolta da Vintém, da Vacina, e da Chibata, a luta pelo fim da Ditadura Militar, etc. Ninguém pretende maquiar falhas. Aliás, a discussão fraterna e sincera, bem como a auto-crítica são recursos permantes nas reuniões do movimento. Recurso que a minha ignorância infelizmente não pôde reconhecer no teu comentário.Por fim, tenho orgulho sim de ter participado das Revoltas, mas sou ainda mais orgulhoso de militar com diversas pessoas que tem mil dificuldades, trabalhos, limitações, problemas, mas seguem militando cotidianamente, e não se arvoram a atacar ferozmente terceiros no momento em que lhes convém, seja porque a tarifa aumentou ou porque realizam uma atividade que discordam. Saudações cordias,

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